1 de dez de 2016

COLUNA RORAIMAROCKNROLL - ANO 6 - 24ª EDIÇÃO

Nesta Edição: Alice In Chains, O Terno, Mama África, Raul Cover Do Norte, Karana Das , Lucas Oliveira, Adília Quintelas, Janis Joplin, Bolivar Blues, Kiko Britez, Studio 631, Veludo Branco, Alderia

ABRE A CONTA
Bom dia rocker! Novembro está a mil na cena rock roraimense e o fim do ano promete ainda muito agito para quem curte o bom e velho rock n’roll. Neste sábado é a vez do rock se encontrar com o reggae e a música roraimense no Mama África 2016, projeto do Clã Cultural Makunaima em parceria com a Refazenda. Confira nesta edição novidades do mundo rocker, com dicas de filmes, discos e livros, e ainda nossa agenda e um rock list old rocker com a vocalista Adilia Quintelas. Fique por dentro também da nossa trip pelas redes sociais e fiquem ligados que nas próximas edições vão rolar promoções e sorteio de brindes especiais do Blog Roraimarocknroll para os nossos leitores. Seja bem vindo à coluna Roraimarocknroll, porque a história do rock você lê primeiro aqui! Boa Leitura, e ótima terça-feira! Let’s go!
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LIVRO
*Créditos: Edições Ideal 
ALICE IN CHAINS – A HISTÓRIA NÃO REVELADA
(DAVID DE SOLA)
O enorme sucesso comercial do Alice in Chains não pode ser subestimado dentro da história do grunge. Mas em meio a discos marcantes e estádios lotados, a banda também encarou momentos bem difíceis. Em 2002, o vocalista Layne Staley morreu de overdose. Em 2011, Mike Starr, o baixista original, seguiu o mesmo caminho trágico de Staley. Por meio de entrevistas inéditas, os integrantes sobreviventes falam como conseguiram evitar que as drogas não acabassem de vez com a banda. O relato pelo menos termina bem, com o AIC efetivando o vocalista William DuVall e lançando discos bem recebidos pelo público. (Por Paulo Cavalcanti) 
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DISCO 
*Créditos:Natura Musical
O TERNO - MELHOR DO QUE PARECE
Desde o debute, 66 (2012), o berço musical d’O Terno não é segredo. O trio paulistano deu as caras emulando facetas psicodélicas do rock dos anos 1960 e 1970, soando como Mutantes e The Kinks e acenando à Vanguarda Paulista. O álbum de estreia foi tão fiel às influências que acabou preso ao próprio discurso. “Hoje, faz sucesso quem faz plágio diferente”, cantou Tim Bernardes na faixa-título, agonizando sobre a limitação criativa e incorporando a falta de originalidade de uma geração saturada de referências do passado. A “redenção” veio no trabalho seguinte, O Terno (2014), no qual eles agregaram teclados e backing vocals e, principalmente, perderam a vergonha. Narrativas triviais deram espaço a reflexões sobre a cidade grande e a juventude contemporânea; em “Vanguarda?”, Bernardes desistiu da busca pelo tal “som revolucionário”, provocando: “Vanguarda pra quê?” 

Depois de exaustivas turnês divulgando os dois primeiros álbuns, o trio agora usa o estúdio para explorar elementos inéditos e talhar os detalhes da criação em Melhor do Que Parece. Logo na segunda faixa, “Nó”, os agudos cintilantes de Bernardes surgem entre harpas e cordas, mas acabam entre órgãos e vocais simultâneos que soam tanto como Alabama Shakes quanto como alguma balada do antigo quarteto vocal Mills Brothers. O Terno certifica a apuração harmônica com as vozes de “Depois Que a Dor Passar”, os sopros de “Deixa Fugir” e a orquestração de “Volta”, mas também evoca a espiritualidade do soul e do R&B, com pianos descendentes de Allen Toussaint e baixos tão profundos que poderiam dar ao disco um selo sonoro da Motown. A guitarra áspera e abafada assume o protagonismo em “Lua Cheia”, que antecede “O Orgulho e o Perdão”, uma marchinha lisérgica e embriagada. 

Os vocais, banhados a eco, por sua vez, vêm com versos ainda mais confessionais. Bernardes busca paz em uma idílica “Minas Gerais”, assume o autojulgamento exagerado em “Culpa” e expõe o coração partido em “A História Mais Velha do Mundo”. A banda chega ao terceiro álbum fomentando ainda mais a própria identidade, deixando os Mutantes no retrovisor e assumindo de vez o discurso de três paulistanos inquietos que ainda não chegaram aos 30 anos. Exemplo maior, a faixa-título encerra o disco homônimo como um hino sobre o sentimento crônico de insatisfação, catalisando toda a frustração de alguém que não está feliz mesmo quando tudo à sua volta sugere o contrário: “Será que o chato aqui sou eu?” (por LUCAS BRÊDA) 
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FILME
*Créditos: Belas Artes Filmes 
JANIS – LITTLE GIRL BLUE (Dirigido por Amy Berg)
O conhecido documentário Janis (1974), dirigido por Howard Alk, era centrado na figura de Janis Joplin como intensa artista de palco. Já Little Girl Blue tenta analisar os demônios internos da artista, morta em 1971, aos 27 anos, vitimada por uma overdose de heroína. Um dos trunfos da diretora, Amy Berg, é a participação da cantora Cat Power, que narra de forma persuasiva as cartas de Janis enviadas aos pais, amigos e namorados. Esse fio condutor mostra uma estrela perspicaz, emocionalmente honesta e também ambiciosa, que sabia bem o que esperar da vida artística. Ela não foi vítima da imprensa ou do assédio; na verdade, se alimentava do sucesso e da aclamação. Temia mesmo era a solidão, o que a levou ao uso crônico de drogas desde que saiu do Texas e se fixou na psicodélica São Francisco. O final é previsivelmente triste, mas Janis se mostra como uma figura tão moderna que até pensamos que ela pode se encontrar entre nós. (por Paulo Cavalcanti)
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MAMA ÁFRICA 
*Créditos: Jorge Macedo 
Raul Cover confirmado no Mama África 2016
O Clã Cultural em parceria com a Refazenda realiza dia 19 de novembro o Mama África – Homenagem ao Dia Nacional da Consciência Negra, com shows confirmados das bandas Disavana, Caxiri Atômico, Raul Cover do Norte, Geração Roots, GuyBras e participação especial do poeta Eliakin Rufino. Informações – 95 98113.0894 
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MOMENTO POLAROID 
Pelas lentes de Lucas Oliveira a história do Rock roraimense é contada... O registro é do musico Karana Das no Festival Canto das Árovres, promovido pelo Clã Cultural Makunaima e Refazenda, realizado dia 22 de outubro no Monte Cristo... Uma bela imagem digna de polaroid! #polaroid 
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ROCKLIST 
A vocalista Adilia Quintelas, escolhe cinco músicas essenciais na sua #RockList, Confira: 

1. Whish you were here - Pink Floyd 
2. Sometimes Salvation - The Black Crowes 
3. Clocks - Coldplay 
4. Black Dog - Led Zeppelin 
5. One of these days - Pink Floyd 
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RORAIMAROCK INDICA 
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#Alderia

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SEPARADOS NO NASCIMENTO 
*Créditos: Whiplash.net 
Quem disse que humor e rock n’ roll não combinam? Separados no nascimento, os “irmãos”, Synyster Gates e Luan Santana, ou seria mesmo o contrário? #humor #rockbrothers 
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PUBLICAÇÃO 
JORNAL FOLHA DE BOA VISTA | CADERNO B 
COLUNA RORAIMAROCKNROLL | ANO 6 
24ª EDIÇÃO | 15/11/16

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